A corrupção explicíta na televisão funciona como um soco potente em nossa boca. Nós, meros mortais assalariados, pagadores de impostos alheios, não merecemos isso. Utilizo “alheios”, pois o dicionário sinaliza que o significado mais adequado para “alheio” é: “o que pertence a outra pessoa”. E, de fato, pertence. Pertence a cúpula dessa política fétida instalada nos principais gabinetes do nosso País. O caso da “Caixa de Pandora” está aí, estapeando a nossa cara sorrateiramente, com o desdem de quem não tem mais o que temer. É a cara do Brasil da impunidade. É a Copa do Mundo do “rouba monte”. São as Olímpiadas do “assalto triplo”. E o povo carregando a medalha da vergonha no rosto. Como um excremento irredutível. Como esquecer uma cena daquelas? O presidente da Câmara Legislativa do DF, Leonardo Prudente (DEM) colocando dinheiro de “ajuda não contabilizada” em suas meias como se fossem inocentes balinhas de “São Cosme e São Damião”. Simão estava certo; o DEM é a sigla partidária para (Dinheiro Em Meias). Aliás, o Brasil já está traumatizado com meias. Já não bastava o Roberto Carlos na fatídica partida de eliminação na Copa da Alemanha?
CAPACETE: não pedale sem ele !
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Há 10 anos




