...e no Museu do Futebol
1 dia atrás
Como um pêndulo infinito. Num cubículo escaldante. A procura de palavras. A procura de verdades. Mergulhado em declarações interesseiras e pouco interessadas. O apertar da gravata. O peso dos prazos. Em busca da última linha. Do ponto final. A procura do olhar de aprovação. Da remuneração moral necessária. Na beira do abismo. Sob pressão. A espera do troco pelo suor. Com o copo de café frio sobre a mesa. Com o frio na espinha de sempre. Na raça absoluta. Na sorte necessária. Na alegria inatingível. Na paixão enlouquecida. No fechamento de sempre. Que venha a próxima edição. Prazer. Jornalista.
Dez na maneira e no tom
Você é o cheiro bom
Da madeira do meu violão
Você é a festa da Penha,
A feira de São Cristovão,
É a Pedra do Sal
Você é a Intrépida Trupe
A Lona de Guadalupe
Você é o Leme e o Pontal
Nunca me deixa na mão
Você é a canção que consigo
Escrever afinal
Você é o Buraco Quente
A Casa da Mãe Joana
É a Vila Isabel,
Você é o Largo do Estácio,
Curva de Copacabana
Tudo que o Rio me deu!
Riso à toa.